Detesto shopping centers. Tudo é tão falso ali! Mas reconheço que se trata de um excelente laboratório para se observar e estudar esses seres estranhos que somos nós, os humanos, a “humanada”, como diz meu compadre Sérgio, do MÁSCARAS ÓBVIAS, blog aí do lado.
Quando entro em um desses microcosmos da vaidade e superficialidade humanas, tenho necessidade de sair dali rapidinho. Exceção de quando estou no cinema.
Que tipo de fobia é essa?
O sorriso de plástico das pessoas. A necessidade de ver e ser visto. A vontade de ostentação. De parecer bem-sucedido. Lindo. Perfeito. Moderno. Em suma: a nobreza.
Mas, para aqueles que vêem o “invisível”, que captam o “inescrutável”; para aquelas mentes enfermas que não se enquadram no espírito de manada, tudo é falso, oco, despropositado.
Estaria eu me tornando um misantropo?
Adorei o título (risos). Realmente..
Acho interessante a forma das pessoas se comportarem, não apenas nos shoppings, mas em
público. Tornam-se superficiais e tem a necessidade de aparecer… Serem vistos como perfeitos (a nobreza, como disse).
O que me incomoda nisso tudo é o fato das pessoas se preocuparem apenas com o que os outros pensarão delas. Se vestem maravilhosamente, mas vá olhar as cabeças… nuas.
Estaria eu me tornando um misantropo também?
PS: Vim parar aqui através do texto sobre o filme Persona, esse filme é incrível, e alias, ótimo texto.
Adorei o título (risos). Realmente..
Acho interessante a forma das pessoas se comportarem, não apenas nos shoppings, mas em
público. Tornam-se superficiais e tem a necessidade de aparecer… Serem vistos como perfeitos (a nobreza, como disse).
O que me incomoda nisso tudo é o fato das pessoas se preocuparem apenas com o que os outros pensarão delas. Se vestem maravilhosamente, mas vá olhar as cabeças… nuas.
Estaria eu me tornando um misantropo também?
PS: Vim parar aqui através do texto sobre o filme Persona, esse filme é incrível, e alias, ótimo texto .
Olá, Júlia.
Que bom que você tenha se sentido estimulada a refletir a partir do que está neste texto ou em outro qualquer deste inconstante e irregular blog.
Você disse bem: muitas daquelas cabeças ali são nuas, vazias de qualquer coisa que tenha o mínimo valor e que não seja futilidade.
Fico contente que tenha gostado do texto sobre o filme do Bergman. Um filme realmente incrível e tão rico de significados.
Tudo de bom. Volte sempre.
Elienai