Cheios de expectativas grandiosas, lançados no mundo de pés descalços e corações disparados ante o espanto que é o viver, vamos nos entretendo com migalhas, vamos nos resignando com restos, nós, outrora senhores de nós mesmos, um dia – distante! – tão seguros e certos e convictos de nosso suposto grandessíssimo destino, de nossos feitos-a-serem-feitos, de nossa grandiosidade utopicamente adiada.
E assim, desse modo, acabamos nos traindo, nos tornando pedregulhos, faíscas e partículas da montanha inexpugnável que um dia tão ingenuamente imaginamos ter sido. Viramos peças de uma imensa engrenagem.
Havia sido tudo ilusão:
Somos – sempre seremos! – pedregulhos rolantes aos caprichos das intempéries da existência, outrora Vida: esse insignificantemente breve piscar-de-olhos da eternidade.
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Ao som, claro, de Bob Dylan, Like A Rolling Stone
Amei o texto, amo a música.
são 16 donuts, com desconto!
hahahahahahahahahahaha!!!!!
Caramba, como essa internet é pequena… Estava aqui vagando e procurando um texto sobre suicidas potenciais e olha quem eu encontro!!!
Assim no mais acaso da vida!!!
Eu sei que vc não quer falar comigo. Só não entendo o motivo.
Vc simpesmente, um belo dia, tirou a conclusão de que eu estava te tratando como se fosse um incomodo e sumiu…
Que pena, sinto tanto sua falta, acho que poucos sabem apreciar a dor (em todos os sintidos) como nós.
Sinto saudades, Eli.
Aninha
Muitos beijos.
Queria dizer em todos os SENTIDOS.
Declaração de amor explícita!!!