O Ermitão das montanhas está de volta.

                        
 
Filhinhos, um dia a lei da gravidade prevalece e as máscaras de cair hão de! Para as minhas palavras, que são certeiras, atentai. Não há mentira neste mundo que um dia não venha por terra. Pensai nisso. Uma boa semana. Um ótimo mês de julho a todos nós!

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   Ao som de Dire Straits, Money for Nothing

Pra tirar o sono, veja O Dorminhoco, de Woody Allen.

   Assisti semana passada a essa louquíssima e divertida (ao extremo!)  comédia do mestre de Nova York. Há muito tempo eu não ria tanto. A Diane Keaton não fica nada a dever ao talento faraônico de Allen para nos fazer contorcer de tantas risadas. Vi junto com meu pai e o velho chorava de tanto rir, em [...]

Jim Jarmusch, uma grata surpresa.

  Acabei de descobrir esse grande diretor do cinema independente americano. Do cinema underground,  marginal, como queiram. Danem-se os rótulos…
 Assisti no fim de semana a três filmes dele: justamente os três primeiros de sua filmografia.
  Foram eles: “PERMANENT VACATION”, “STRANGER THAN PARADISE” e “DOWN BY LAW”.
  Que pauladas! Meu ranking deles está [...]

Papos etílicos.

   Dois sujeitos um pouco “etilizados” numa mesa ao lado da qual eu estava sábado de noite com a Andressa, uma “colega”, num bar badalado aqui em São José dos Campos:
  – Mulher é tudo falsa: não acredita nelas, meu. Vai por mim. Quando elas estão te conhecendo e tentam mostrar de forma muito “colante”, adocicada, que estão a fim de [...]

Erro crasso.

  Sem querer apaguei o post em que fazia uma singela homenagem à Dona Ruth Cardoso.
 

Otis Redding para um dia frio.

     Ouvir (Sittin’ on) The Dock of the Bay  na voz de Otis Redding é algo que nos induz a introspecções as mais variadas. Sobretudo num dia frio e chuvoso. A letra, o ritmo, tudo nessa canção simples nos transporta a um estado de espírito agradável, de serenidade.
     Redding morreu tragicamente. Foi um dos pais [...]

Entrando em “recesso”.

Este blog entra em “recesso” por tempo indeterminado. A quem aqui chegar, saudações.
Aqui estão algumas músicas com cheiro de naftalina. No entanto, tem-se a impressão que o pop já produziu coisas muito melhores do que atualmente…
New Order, Round & Round

New Order, Blue Monday

New Order, Bizarre Love Triangle.
[...]

Um curta metalingüístico… de baixo orçamento.

Simples, interessante e bem feito.

Bush e Putin: pop foreign affairs, ou geopolítica como nunca antes vista!

Epifania prosaica de Samantha.

Estava eu andando por uma rua movimentada quando vi um rosto entre vários. Um rosto. Milésimos de segundo. Nos olhamos. Minha amiga e eu estávamos voltando do almoço, cansadas, exaustas. Não me lembro do que falávamos. Não importa. O que de fato conta foi ver aquele estranho, que nem era lindo, maravilhoso, [...]

Creedence Clearwater Revival: aqueles caras desafiam o tempo. Aliás, o humilham!

“Proud Mary“

Para dor de cotovelo, de cabeça, depressão, espinha de peixe, bloqueio criativo, epilepsia, azia, gastrite, melancolia, hérnia de disco, sarampo, hemorróidas, sinusite, vazio existencial, dor nas costas, para curar fossa sentimental, enfim, para tudo que você pensar, Stevie Ray Vaughan é tiro e queda.

PRIDE AND JOY, 1982.

Em continuação ao post abaixo.

   Já antecipando os possíveis questionamentos daqueles que verão com desdém o que no texto anterior está escrito. Mas, não esperando ser pego desprevinido, já deixo bem claro: ler manuais de literatura não faz de ninguém um escritor. E isso, claro está, vale para qualquer arte. Mas…
  Mas, ao conhecer a técnica, já temos os caminhos [...]

Como nos velhos tempos…

    Estou de volta à rotina antiga de leitura pesada e intensa. Ando adquirindo livros à beça. Finalmente, tenho arrumado tempo para a leitura e a escrita (essa última, das coisas que jamais publico aqui, todas passando por aquele longo e milagroso período de “sono” no fundo da gaveta). Enfim, tenho estabelecido prioridades: filmes escolhidos a [...]

“Katzelmacher”, de Fassbinder. Ou o paroxismo do que é ser blasé.

                          
    Rainer Werner Fassbinder morreu prematuramente. Antes de chegar aos quarenta, mais precisamente. Mas foi o suficiente para deixar sua marca como um Pasolini germânico, guardadas as devidas proporções. Ambos foram “malditos”, um eufemismo meia-boca para dizer que eles vieram para azucrinar, incomodar, sacudir e espicaçar nossa inteligência e convicções.
     O diretor alemão, que [...]

Bo Diddley.

  Em homenagem ao mestre que acaba de nos deixar…