Volta e meia me divirto com as frases por causa das quais as pessoas vêm parar neste blog. Já teve gente que veio aqui para, segurem o riso aí!, ”Aprender a viver”, “Como analizar (sic!) um conto Machado de Assis”, “Bergman Persona Filmes Parados”, “Como não ser enganado pelos cafajestes de nossos políticos”, “Conhaque com cocaína”, “O que diabos é capenga” e por aí vai. Só para ficar no que me mostra hoje o WordPress.
Uma fresquinha: “Como faço para sair dessa porra de vida“. Bem, se você quiser mesmo saber como sair dessa fantástica e magnífica experiência chamada “porra de vida”, chegou ao lugar errado! Pois se não vejamos: se você ler estes textos meia-boca religiosamente, logo, garanto!, você irá se deparar com o seguinte questionamento: “Que merda tem na cabeça um cara pra escrever coisas tão desgraçadas de ruins, tediosas e vazias? Eu aqui, querendo me matar, dar um fim em tudo, e outros vivendo num nível mais lamentável que o meu, desperdiçando o tempo, que é tão escasso! Como sou ingrato com você, Vida! Ah, EU QUERO CONTINUAR VIVO!“
De onde se conclui que este é um blog, por vias tortas, em prol da vida, contra o suicídio, definitivamente incompatível com o “impulso de morte”.
Vinde todos aqueles que estão desesperançosos que este blog irá vos restituir a coragem para encarar os desafios do viver! Ah, a generosidade da vida…

Louvar a grandeza da vida: nunca foi outra a razão de ser deste blog. Quer dizer, acho.
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Ao som de Thelonious Monk, Epistrophy
Arquivado em: Alhos e bugalhos


…
gosto
deestar
vivo
…
mas
logo
morro
…
abraçomild
saudade