Experiência philozóphika com o Tempo: faça isso em casa (Texto revisto e corrigido!)

                             
     Ultimamente, tenho tido umas idéias meio obsessivas no que diz respeito à duração do tempo. Ou melhor, à duração subjetiva do tempo. Quer dizer: a forma com a qual ou a partir da qual mensuramos o tempo. Sim: esqueçamos por um momento (um minuto contado!) o tempo cronológico convencional… Claro, isso não é [...]

Do baú – 2

 Texto originalmente publicado em 2 de agosto de 2006
 
 
                                     Da sarjeta existencial, com carinho
 
 
                                
  A sensação de estar preso a um lugar é uma das mais desagradáveis. Sabe aquele sentimento de que os vínculos com o lugar acabam sobrepujando toda e qualquer possibilidade de vislumbrar o horizonte? Ou, mais precisamente, e por outro enfoque: [...]

Do baú – 1

Texto originalmente publicado em 3 de agosto de 2006
 
 
                              Depressão? Impressão sua!
 
 
  Sono, desânimo, tristeza esparsa, preguiça de existir, tédio, melancolia, perda dos ideais, apatia, indiferença, falta de interesse geral, aversão ao barulho, a vozes, a futilidades. Desamparo, sensação de extravio existencial. Tem como, disso, sair algo proveitoso? O que nos leva a isso? Falta [...]

Quantas besteiras e tolices e asneiras ainda haveremos de ouvir, ler e ver na vida?

Já se fizeram tal pergunta? Não, falo sério. Nada de brincadeirinhas com este post…
Fico imaginando ainda o quanto me resta de tempo (digamos que tenho uma bola de cristal) para presenciar a tolice humana. Será que nunca vai se esgotar o repertório de canalhices?
Claro que se trata de uma perguntinha retórica.
Mas vendo as [...]

É preferível a ataraxia

 
                                    
 
Que tempos são estes, os nossos?
Tempos de ostentar e de ter, de se exibir e de comprar, de se pavonear e de se vangloriar, de auto-engrandecimento e de apequenar o Outro, esse ente odiosamente “companheiro” de mundo. Tempos de se entupir de mercadorias e de guloseimas práticas, de cinema alienante e imbecilizante, [...]

Por que…

… eu tenho que conviver comigo mesmo? O meu “eu” resume-se a isso com o qual estou tão acostumado, ou é apenas a ponta de um iceberg: é tão-só a manifestação restrita de um fenômeno maior, mais amplo e imensurável? Trago em mim outros “eus” mais toleráveis?
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Gente, juro que não bebo nem consumo nada [...]

Seriam os shoppings templos do maligno?

      Detesto shopping centers. Tudo é tão falso ali! Mas reconheço que se trata de um excelente laboratório para se observar e estudar esses seres estranhos que somos nós, os humanos, a “humanada”, como diz meu compadre Sérgio, do MÁSCARAS ÓBVIAS, blog aí do lado.
     Quando entro em um desses microcosmos da vaidade e superficialidade [...]

AO MEU CARO AMIGO SÉRGIO FELLINI HITCHCOCK TRUFFAUT ANTONIONI PONTES, UMA CONTESTAÇÃO ENTRE CAMARADAS

     Tomar partido é um ato de coragem.
     Vamos esclarecer as coisas: a palavra “partido”, como você sabe, etimologicamente, já traz embutido seu significado: é a “parte”, a fração de um todo. Desse modo, tomar parte por um partido (trocadilho esclarecedor) significa defender, lutar (usando dos meios racionais) por um conjunto de idéias. Concordo com [...]

Depressão? Impressão sua!

   Sono, desânimo, tristeza esparsa, preguiça de existir, tédio, melancolia, perda dos ideais, apatia, indiferença, falta de interesse geral, aversão ao barulho, a vozes, a futilidades. Desamparo, sensação de extravio existencial. Tem como, disso, sair algo proveitoso? O que nos leva a isso? Falta de uma alimentação balanceada? De sono? De amor? É azar? Sina? [...]

Ao ver-te, vejo-me. Ou: a eterna busca da imagem própria nos outros

      Fenômeno dos dias atuais, praga da modernidade, conseqüência da exacerbação e da extensão do próprio umbigo, meta dos incluídos, quimera dos excluídos, Santo Graal dos fanáticos por celebridades, é de fácil constatação. O sujeito, ou a “sujeita”, em tudo o que faz, em tudo o que pretende fazer, em tudo o que fará, quer [...]

Que livro é esse?


Por que eu não me dou por vencido até descobrir o título do livro que alguém (seja quem for!) está lendo, ou segurando? Por quê?